Open Finance: entenda o novo sistema financeiro aberto

Descubra como o open finance está transformando o setor bancário e ampliando suas possibilidades financeiras no Brasil.

Anúncios

Desde 2020, o Banco Central do Brasil está implementando o open finance. Esse movimento já afeta milhões de contas e serviços digitais no país.

O open finance é uma evolução do open banking. Ele permite que dados e serviços financeiros sejam compartilhados entre instituições autorizadas. Isso acontece com o seu consentimento. Esse sistema abre portas para novas possibilidades, além dos bancos tradicionais.

Ele integra fintechs, plataformas de pagamento e provedores de serviços por meio de APIs. Neste artigo, você vai entender como o open finance muda a relação entre você, bancos e fintechs como Nubank, PagSeguro e Stone.

A ideia é simples: mais opções, custos menores e uma experiência personalizada nas suas finanças digitais.

Vamos falar sobre a tecnologia financeira e ferramentas de integração de dados. Também vamos ver como o blockchain pode melhorar a segurança e rastreabilidade nesse ecossistema.

Esta seção prepara você para entender os benefícios, riscos e a regulação do open finance. Vai mostrar como adaptar suas finanças pessoais a esse novo modelo.

O que é Open Finance?

Open Finance é um novo jeito de suas informações financeiras serem compartilhadas. Isso acontece por meio de uma API aberta. Assim, bancos, fintechs e corretoras trocam dados de forma segura.

Esse conceito vai além do open banking. Ele inclui mais produtos, como investimentos e seguros. Você tem mais controle sobre suas informações. Isso permite ofertas personalizadas e serviços melhores, como a união de investimentos.

Conceito básico

Funciona quando você dá permissão para que uma instituição veja seus dados. Esse consentimento é dado por tokens de autorização temporários. Você pode tirar o acesso a qualquer momento.

As APIs seguem padrões de segurança. Isso facilita a troca de informações. E você recebe produtos financeiros mais adaptados às suas necessidades.

Como funciona no Brasil

O Banco Central do Brasil liderou a implementação. Primeiro, definiram padrões de APIs e governança. Depois, veio a segurança, cadastro de participantes e testes.

Participam grandes bancos e fintechs. Eles se conectam por API aberta, seguindo regras de segurança. Isso protege seus dados.

Existem riscos, mas são controlados por regulamentações e técnicas. Auditorias e certificados protegem suas informações. Assim, você tem mais opções sem perder a segurança.

Elemento O que significa Benefício para você
API aberta Padrão técnico que permite troca segura de informações Acesso integrado a serviços de diferentes instituições
Integração de dados Unificação de informações financeiras em um só lugar Visão completa das suas finanças e recomendações personalizadas
Interoperabilidade Compatibilidade entre sistemas de bancos e fintechs Maior concorrência e melhores ofertas de mercado
Token de autorização Mecanismo que garante consentimento e validade temporal Controle e revogação fácil do acesso aos seus dados
Segurança Criptografia, autenticação forte e auditoria Menor risco de vazamentos e uso indevido

Benefícios do Open Finance para você

O open finance muda a forma como você interage com suas contas. Com APIs, é fácil comparar serviços e fazer escolhas informadas. Isso traz mais transparência e ajuda a tomar decisões melhores.

Mais transparência

Com dados bancários e de investimentos juntos, você vê tudo claramente. Tarifas, juros e condições são fáceis de comparar. Isso inclui bancos como Banco do Brasil, Itaú e Nubank.

Essa visão ajuda a evitar surpresas e mostra os custos reais. Assim, você pode escolher o melhor produto para você em minutos.

Melhor competição no mercado

Com dados abertos, bancos e fintechs competem mais. Startups como Nubank e C6 Bank oferecem melhores preços em empréstimos e contas.

Essa competição faz com que os serviços melhorem. Empresas criam ofertas personalizadas, o que antes era raro.

Controle sobre suas finanças

Ferramentas de agregação tornam gerenciar finanças mais fácil. Você pode ver todas as suas contas e investimentos em um lugar. Isso ajuda a encontrar maneiras de economizar.

Com essas ferramentas, é possível mudar empréstimos para taxas melhores e comparar investimentos. Isso melhora o planejamento financeiro.

As finanças digitais também ajudam a incluir mais pessoas no sistema financeiro. Oferecem crédito baseado em histórico e seguros personalizados. As APIs são essenciais para fazer tudo isso funcionar.

Como o Open Finance muda o setor financeiro

O open finance está mudando como interagimos com bancos e serviços digitais. Agora, bancos são vistas como plataformas que competem por nossa atenção, não só por nossos depósitos. Isso requer que eles modernizem suas infraestruturas, adotem uma cultura digital e usem APIs para se comunicarem.

Impacto nas instituições financeiras

Grandes bancos como Itaú, Bradesco e Banco do Brasil estão expostos suas APIs. Isso pressiona para a modernização de sistemas antigos e a criação de times de inovação rápidos.

Os bancos agora são mais do que contas e informações. Eles são facilitadores de ecossistemas financeiros. Suas receitas não vêm só de tarifas e juros. Agora, incluem parcerias, integração de serviços e ofertas personalizadas com o consentimento do cliente.

Novos serviços e produtos

Com o ecossistema, novos serviços tornam a vida financeira mais fácil. Agregadores unem cartões e contas, e plataformas recomendam investimentos. Marketplaces oferecem produtos sob medida.

Com ferramentas de credit scoring alternativo e análise de gastos, tomamos decisões mais rápido. Fintechs e big techs lançam produtos rapidamente, desafiando os bancos a inovarem.

A tecnologia financeira está crescendo, trazendo ofertas personalizadas e acesso a serviços antes restritos. Isso aumenta a concorrência e cria espaço para novos serviços que atendem melhor a nós.

A importância da segurança e privacidade

O open finance traz vantagens, mas cuidado é necessário. Bancos e fintechs criam proteções para seus dados. Isso mantém sua segurança.

Como os dados são protegidos

Usam-se APIs seguras e TLS para proteger dados. Os dados em repouso são criptografados. Isso segue normas do Banco Central.

Para operações importantes, pedem-se autenticação forte e multifator. Monitoramento constante detecta atividades suspeitas. Logs e auditorias ajudam a responder rapidamente a incidentes.

Alguns usam blockchain para criar registros imutáveis. Embora não seja suficiente, ajuda em casos específicos.

Seu papel na segurança dos dados

Você também ajuda a proteger suas informações. Verifique as permissões antes de autorizar. Revogue acessos que não usa mais.

Use senhas fortes e gerencie-as com cuidado. Ative autenticação forte sempre que possível. Mantenha seu dispositivo atualizado.

Se suspeitar de atividade suspeita, avise o banco ou fintech. Eles têm planos para lidar com incidentes.

Camada Medida Exemplo no Brasil
Transporte TLS e VPNs Boletins técnicos do Banco Central
Armazenamento Criptografia em repouso Infraestrutura de bancos como Itaú e Bradesco
Autenticação Autenticação forte / MFA Autenticação por app e token físico
Consentimento OAuth e tokens de escopo Fluxos de consentimento padronizados por APIs
Auditoria Logs imutáveis e monitoramento Relatórios de conformidade e auditorias independentes
Rastreabilidade Complemento com blockchain Projetos-piloto em fintechs e instituições

Fintechs e Open Finance

As fintechs são essenciais para inovar no mundo financeiro. Elas oferecem soluções rápidas e personalizadas. Isso muda como interagimos com bancos.

A vibrant and interconnected digital landscape, showcasing the dynamic fusion of traditional finance and innovative fintech. In the foreground, a sleek mobile device displays financial data and interconnected transactions, symbolizing the seamless flow of information and the empowerment of users. In the middle ground, a network of interlinked nodes and pathways represents the open architecture of the financial ecosystem, enabling collaboration and the free exchange of value. The background features a futuristic cityscape, with towering skyscrapers and glowing holographic interfaces, conveying the progressive and tech-driven nature of the open finance paradigm. Warm lighting creates a sense of optimism and progress, while the overall composition suggests a harmonious balance between technology and finance.

Diariamente, essas empresas usam open finance para unir contas e gerenciar dinheiro. Ferramentas como GuiaBolso mostram todas as suas finanças digitais de uma vez.

As fintechs usam análise de crédito e robôs financeiros para tornar tudo mais fácil. A API aberta ajuda bancos e startups a trabalharem juntos. Isso inclui parcerias com grandes bancos como o Banco do Brasil e o Itaú.

No Brasil, vemos exemplos como o Nubank. Ele oferece contas digitais sem burocracia. PicPay une pagamentos e serviços financeiros em um só lugar. Neon foca em movimentar renda de forma digital.

Creditas usa tecnologia para fazer crédito mais barato. GuiaBolso ajuda a controlar e planejar finanças. Esses exemplos mostram como a API aberta e a integração de dados são usadas.

As fintechs têm vantagens como desenvolver rápido e focar no cliente. Isso permite testar ideias e crescer sem gastar muito. Isso melhora suas finanças digitais.

Porém, há desafios. Regulamentações e conformidade exigem investimento constante. A segurança de dados é crucial para proteger informações compartilhadas.

Para você, parcerias entre bancos e fintechs podem trazer mais opções e preços melhores. Quando feitas bem, essas parcerias criam um ambiente de inovação e segurança.

Regulações e normas do Open Finance no Brasil

O open finance no Brasil avançou com normas novas. Desde 2020, o Banco Central do Brasil estabeleceu regras. Elas detalham como usar dados, segurança e APIs abertas.

Essas regras aumentam a transparência financeira. Elas também incentivam a concorrência, protegendo o consumidor.

Legislação atual

As resoluções do Banco Central do Brasil definiram prazos para adotar APIs abertas. Bancos e fintechs precisam seguir padrões abertos. Há regras para registro, consentimento e autenticação.

A ANPD cuida da privacidade. A Lei Geral de Proteção de Dados influencia a portabilidade e finalidade dos dados.

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica avalia riscos. Eles aprovam condutas quando necessário. A governança inclui auditorias e certificações para garantir interoperabilidade.

Desafios e avanços na regulação

Um grande desafio é harmonizar inovação com proteção ao consumidor. Reguladores devem agir rápido para acompanhar novidades. Isso sem criar brechas de segurança.

Reduzir riscos sistêmicos e aumentar a inclusão são outros desafios. Nos últimos anos, houve mais participantes autorizados e segurança melhorada. A interoperabilidade entre bancos e fintechs melhorou.

É importante acompanhar atualizações do Banco Central do Brasil e da ANPD. Conhecer seus direitos sobre consentimento e portabilidade ajuda a usar serviços com segurança.

Aspecto Regulação atual Desafio Impacto no usuário
Padrões de API APIs abertas obrigatórias e documentação padronizada Manter compatibilidade entre versões Melhor interoperabilidade e escolha de serviços
Governança de dados Registro de participantes e auditorias periódicas Fiscalização e recursos técnicos Maior transparência financeira e confiança
Privacidade Conformidade com LGPD e supervisão da ANPD Definir bases legais para compartilhamento Controle sobre consentimento e portabilidade
Concorrência Acompanhamento do CADE em práticas de mercado Evitar concentração e práticas anticompetitivas Maior oferta e melhores preços
Segurança Requisitos de autenticação e criptografia Atualização frente a novas ameaças Redução de fraudes e proteção de recursos

Como se adaptar ao Open Finance

Adotar o open finance exige passos práticos. É importante usar ferramentas que ajudam a integrar dados entre suas contas. Aqui estão dicas para começar com segurança e aproveitar as melhores soluções do mercado.

Passos para começar

Primeiro, revise suas contas financeiras. Veja quais contas correntes, cartões, investimentos e empréstimos você tem. Isso ajuda a saber o que vai compartilhar.

Defina seus objetivos. Pense em reduzir taxas, juntar investimentos ou conseguir crédito melhor. Isso ajuda a escolher as melhores soluções.

Procure plataformas que unam suas contas, como o Guiabolso. Veja qual oferece melhor uso. Avalie recursos, avaliações e como integra dados.

Permita o compartilhamento de dados com cuidado. Monitore sempre os consentimentos. Leia bem os termos e revogue acessos que não precisam mais.

Monitore as ofertas que você recebe. Compare antes de aceitar qualquer crédito ou portabilidade de salário.

Checklist prático

  • Verifique sua identidade atualizada e oficial.
  • Leia bem os termos de consentimento.
  • Ative a autenticação de dois fatores em suas contas.
  • Reveja o histórico de transações antes de compartilhar dados.

Ferramentas úteis

Use aplicativos para gerenciar suas finanças e integrar dados. O Guiabolso ajuda a unir e controlar suas contas. Plataformas da XP ou Órama são boas para investimentos.

Plataformas de comparação de crédito e marketplaces financeiros ajudam a encontrar ofertas em minutos. Para segurança, use gerenciadores de senhas e apps de autenticação, como Authy ou Google Authenticator.

Como avaliar uma ferramenta

  • Verifique a segurança: olhe certificações e políticas de privacidade.
  • Reputação: pesquise avaliações de usuários e menções na mídia especializada.
  • Modelo de negócio: entenda se há custo e como isso afeta os recursos.
  • Facilidade de integração: veja se a plataforma suporta API aberta e integração com bancos e fintechs.
  • Atendimento ao cliente: prefira serviços com canais rápidos e suporte técnico.

Exemplos de uso prático

Consolidar contas: conecte suas contas em um agregador. Identifique serviços com taxas mais baixas e transfira saldos quando for vantajoso.

Portabilidade de salário: solicite portabilidade no novo banco após comparar benefícios e confirmar condições contratuais.

Comparar empréstimos: autorize o compartilhamento de dados para receber cotações de várias instituições. Escolha a proposta mais barata.

Recomendações para empresas

Adote APIs bem documentadas e priorize a experiência do usuário. Garanta conformidade regulatória e invista em processos que protejam a integridade dos dados.

Ofereça canais claros para consentimento e revogação. Treine equipes de atendimento para esclarecer dúvidas sobre API aberta e fluxo de dados.

Open Finance diante da inclusão financeira

O open finance pode mudar a vida financeira do Brasil. Agora, instituições usam dados novos para dar crédito a quem antes não podia. Isso torna as coisas mais claras e ajuda a confiar mais nas novas tecnologias.

Com a interoperabilidade, bancos, fintechs e programas sociais trabalham juntos. Isso facilita a transferência de dinheiro e dá acesso a mais opções financeiras.

Acessibilidade para todos

Com o open finance, quem não tem histórico bancário pode ser avaliado por como paga. Isso ajuda microempreendedores e trabalhadores informais a terem acesso a crédito. Serviços digitais tornam tudo mais fácil, sem a necessidade de ir a agências.

Plataformas que unem dados de público e privado criam perfis mais detalhados. Isso tudo graças à interoperabilidade, que permite que as informações se movam com permissão. Além disso, apps com ferramentas de educação financeira ajudam a usar dinheiro de forma responsável.

Casos de sucesso

No Brasil, fintechs como Stone e PagSeguro estão ajudando comerciantes a conseguir crédito. Eles olham para as vendas e o fluxo de caixa, não só para o histórico bancário. Bancos como Banco do Brasil e Itaú também estão no jogo, testando novas formas de oferecer produtos.

Parcerias entre o público e o privado estão levando contas digitais para lugares remotos. Isso mostra um aumento nas contas digitais e uma redução nos custos de crédito para pequenos negócios. Isso tudo mostra que a inclusão financeira melhora com transparência e governança.

Porém, ainda há desafios. A infraestrutura de internet, o acesso a dispositivos e a segurança são grandes preocupações. É crucial investir em educação digital e segurança para que a inclusão seja duradoura e segura.

Futuro do Open Finance no Brasil

O open finance está mudando rápido. Bancos, fintechs e plataformas de comércio estão se integrando mais. Novos serviços que combinam pagamentos, investimentos e seguros estão surgindo.

Tendências emergentes

O uso de blockchain para auditoria e contratos inteligentes está crescendo. Isso traz mais confiança nas transações. A integração com identidade digital digital facilita o acesso e diminui fraudes.

Os marketplaces financeiros estão crescendo. Eles juntam ofertas de vários provedores em um lugar. A inteligência artificial personaliza produtos, melhora a análise de risco e oferece crédito preditivo.

Potencial de crescimento

Existe um grande potencial para expansão em seguros, previdência e saúde financeira. Ofertas integradas ao dia a dia do consumidor estão em ascensão. Big techs e plataformas como Mercado Libre e Amazon estão aumentando sua participação, mudando a competição.

A interoperabilidade entre sistemas é essencial para crescer. Ela garante uma experiência fluida. O crescimento do ecossistema depende da atualização regulatória do Banco Central e da ANPD para lidar com novos riscos e modelos.

Os riscos incluem a concentração de dados em poucas plataformas e vulnerabilidades técnicas. Você tem mais controle sobre seus dados, mas precisa de educação continuada para aproveitar as melhores ofertas de forma segura.

Área Tendência Impacto para você
Pagamentos Marketplaces financeiros e interoperabilidade entre contas Pagamentos mais rápidos e opções unificadas
Crédito IA para crédito preditivo e perfilamento Ofertas personalizadas e taxas melhores
Seguros e previdência Produtos integrados em plataformas digitais Contratação mais simples e recomendações relevantes
Segurança Blockchain para auditoria e identidade digital Maior transparência e menor risco de fraude
Regulação Atualizações do Banco Central e ANPD Proteção de dados e padrões de interoperabilidade

Comparação com sistemas financeiros tradicionais

Antes de mais nada, vamos dar uma olhada geral. Vamos ver como o open finance se compara com os sistemas antigos em controle, inovação e experiência do cliente.

Diferenças chave

O open finance permite compartilhamento de dados com consentimento e facilita a interoperabilidade entre instituições. Isso torna o acesso a serviços personalizados mais fácil. Já os sistemas tradicionais mantêm os dados isolados em cada banco, o que limita a fluidez entre as instituições.

A inovação acontece mais rápido no modelo aberto. Isso porque fintechs e bancos trabalham juntos por meio de APIs. Já os sistemas tradicionais dependem de processos consolidados, o que faz a inovação ser mais lenta.

Na prática, a experiência muda muito. Com o open finance, é mais simples comparar ofertas e mudar de serviço. Já os sistemas tradicionais oferecem estabilidade e controle centralizado, atraindo quem valoriza a relação direta com o banco.

Vantagens e desvantagens

As vantagens do open finance incluem personalização, maior concorrência e transparência financeira. Também há potencial para redução de custos e inclusão. Você tem acesso a ferramentas integradas e recomendações mais assertivas.

Por outro lado, há desvantagens como maior risco de segurança se não houver proteção adequada. Há também complexidade regulatória e risco de uso indevido de dados por terceiros. A dependência de provedores externos para serviços críticos pode ser um problema.

Os sistemas tradicionais têm vantagens em estabilidade e controle. Eles oferecem processos consolidados e confiança em marcas conhecidas como Itaú, Bradesco e Banco do Brasil. Essa confiança é importante para quem valoriza o relacionamento pessoal e a segurança percebida.

  1. Quando priorizar open finance: se você busca conveniência, preço competitivo e integração entre serviços.
  2. Quando preferir sistemas tradicionais: se você valoriza relacionamento pessoal, histórico com uma instituição e processos consolidados.

É importante equilibrar inovação com cautela. Use plataformas confiáveis, monitore consentimentos e diversifique provedores para reduzir riscos. Assim, você aproveita as vantagens do novo modelo sem ignorar as desvantagens potenciais.

Conclusão: Evolução ou Revolução?

O open finance une avanços técnicos, regulação e novos atores. Ele transforma o sistema financeiro. Vimos que ele traz benefícios, mudanças nas instituições e mais segurança.

As fintechs e a regulação são essenciais. Elas fazem o Brasil caminhar para mais transparência e competição. A combinação de interoperabilidade e tecnologia financeira é chave.

Esse processo é tanto evolução quanto revolução. A infraestrutura e as normas melhoram, lideradas pelo Banco Central e ANPD. A experiência do usuário muda, com serviços mais personalizados.

A transição muda como você compara produtos e gerencia contas. Ela também altera a forma como negocia tarifas.

Seu papel no futuro financeiro

Você tem um papel importante: controle seus dados e autorize apenas serviços confiáveis. Use agregadores seguros. Revise produtos regularmente e considere a portabilidade.

Essas ações melhoram sua proteção e aumentam os benefícios do open finance. Fique atento às atualizações do Banco Central e da ANPD.

Reflexões finais sobre Open Finance

A responsabilidade é compartilhada: reguladores, bancos, fintechs e consumidores devem agir juntos. Isso garante que a inovação não comprometa a privacidade. Se todos fizerem seu papel, o futuro financeiro será mais inclusivo e eficiente.

FAQ

O que é exatamente o Open Finance e como difere do open banking?

O Open Finance é uma evolução do open banking. Enquanto o open banking se concentra em contas e pagamentos, o Open Finance vai além. Ele inclui dados de investimentos, empréstimos e seguros. Isso tudo por meio de APIs abertas, com a aprovação do Banco Central do Brasil.

Como o Open Finance funciona no Brasil e quem regula esse processo?

O Banco Central do Brasil é o principal regulador do Open Finance no Brasil. Ele começou a implementar o sistema em 2020. O processo envolve a padronização de APIs e a segurança dos dados.Além do BC, a ANPD e o CADE também têm um papel importante. Eles ajudam a garantir a concorrência e a proteção da privacidade.

Quais benefícios o Open Finance traz para a minha vida financeira?

O Open Finance traz mais transparência e controle sobre suas finanças. Você pode comparar tarifas e encontrar ofertas personalizadas. Isso ajuda a reduzir custos e a facilitar a portabilidade de serviços.

Quais riscos existem ao compartilhar meus dados e como são mitigados?

Compartilhar dados pode trazer riscos, como vazamento de informações. No Brasil, esses riscos são minimizados por meio de criptografia e autenticação forte. É importante conferir permissões e ativar autenticação de dois fatores.

As fintechs atuam no Open Finance — como elas se beneficiam e quais exemplos brasileiros já usam esse modelo?

Fintechs se beneficiam do Open Finance para inovar. Elas oferecem crédito alternativo e soluções digitais. No Brasil, empresas como Nubank e PicPay já estão usando o modelo.

Como o Open Finance afeta os bancos tradicionais?

Os bancos tradicionais precisam se modernizar para competir. Eles precisam abrir suas APIs e focar no relacionamento com o cliente. Bancos como Itaú e Bradesco já estão investindo nisso.

O blockchain é necessário para o Open Finance?

O blockchain não é obrigatório para o Open Finance. No entanto, pode ser usado para aumentar a segurança. Muitas soluções eficazes não dependem do blockchain.

Quais medidas devo tomar antes de autorizar o compartilhamento dos meus dados?

Verifique a reputação da plataforma e leia os termos de consentimento. Confirme a finalidade do uso e habilite autenticação de dois fatores. Mantenha seus dispositivos atualizados e revogue consentimentos desnecessários.

Que ferramentas posso usar para começar a aproveitar o Open Finance?

Use agregadores e apps de gestão financeira confiáveis. GuiaBolso é uma boa opção para consolidar contas. Gerenciadores de senhas e apps de autenticação também são essenciais para a segurança. Avalie a política de privacidade e o atendimento ao cliente antes de escolher.

O Open Finance ajuda na inclusão financeira? Há casos de sucesso no Brasil?

Sim. O Open Finance facilita o acesso ao crédito para pessoas sem acesso bancário. Fintechs como Nubank e PicPay estão ajudando microempreendedores e pessoas em áreas rurais.

Quais normas e requisitos técnicos regem as APIs e a segurança no Open Finance?

O Banco Central estabelece normas para APIs, autenticação e criptografia. É necessário registro de participantes e governança. Auditorias e monitoramento de acesso garantem a segurança e interoperabilidade.

Como vou revogar um consentimento e qual é a validade desses consentimentos?

Você pode revogar consentimentos na plataforma que autorizou ou no painel do seu banco. A validade varia conforme o serviço. A revogação interrompe o compartilhamento futuro dos dados.

Quais cuidados as empresas devem ter ao integrar suas APIs ao ecossistema de Open Finance?

Empresas devem priorizar segurança e conformidade. É importante oferecer uma boa experiência ao usuário e ser transparente sobre o uso de dados. Implementar padrões técnicos e manter a governança de dados são essenciais.

O que esperar para o futuro do Open Finance no Brasil?

O futuro do Open Finance no Brasil inclui mais uso de inteligência artificial. Também esperamos a integração com blockchain e o crescimento de marketplaces financeiros. A participação de big techs e a expansão para seguros e previdência também são previsíveis.

Quais são as principais diferenças entre Open Finance e o sistema financeiro tradicional?

A principal diferença é a interoperabilidade e o compartilhamento consentido de dados no Open Finance. Enquanto o sistema tradicional controla dados isoladamente. O Open Finance favorece inovação e personalização, mas exige atenção à segurança e à governança de dados.
Leandro
Leandro

Leandro Santos é redator chefe no site dinheironacarteira.com e decidiu compartilhar seu conhecimento após uma longa jornada no ambiente corporativo. Leandro gosta muito de ler Livros sobre o mundo financeiro, história do dinheiro e finanças pessoais. Além disso, Leandro adora brincar com sua filha, tem formação em contabilidade e pós graduação em finanças, investimentos e banking.

Artigos: 88